quarta-feira, 5 de setembro de 2012
Entrevista com o Presidente: Rubens Figueiredo
Hoje entrevistamos mais uma figura histórica de Porto Claro, Rubens Figueiredo, o Presidente da Academia Portoclarense de Letras e Artes - APLA.
Batemos um papo sobre micronacionalismo, a história da entidade, suas ideias e projetos para a Academia. Confiram:
POLITEIA - Há poucos dias houve uma eleição para a Presidência da APLA e você foi eleito, quais os planos para essa nova gestão. E qual balanço faz da gestão que passou?
RF - A gestão passada foi prejudicada pela relativa inatividade de seus integrantes, principalmente de minha parte, por conta de compromissos macros. Na presente gestão, pretendo conduzir democraticamente a solução de várias pendências da Academia: a ocupação das cadeiras remanescentes, a escolha do logotipo, a escolha dos patronos de cada cadeira, a redação final do Estatuto e, se houver tempo, a redação de um Regimento Interno.
POLITEIA - A APLA ficou um pouco inativa ultimamente a que atribui isso?
RF - É da natureza do micronacionalismo: o ciclo de atividade-inatividade.
POLITEIA - Fale um pouco sobre a história da APLA e suas contribuições na história de Porto Claro.
RF -A Academia Portoclarense de Letras e Artes surgiu da fusão da Academia de Letras e da Academia de Artes, o que trouxe uma certa confusão inicial e, na retomada de seu curso, ainda sofreu uma mudança de lista, o que acabou retardando o seu desenvolvimento. Ainda assim, pudemos contribuir com o concurso para a escolha do Hino de Porto Claro.
POLITEIA - Você concorda que o micronacionalismo passa por uma crise? Por quê? Como poderíamos sair dela?
RF - Desde meu ingresso no micronacionalismo ouço a mesma história. As crises de inatividade do micronacionalismo são típicas e acredito que só podem ser amenizadas com o aumento de massa crítica, isto é, com o ingresso de mais pessoas ao mundico. A verdade é que este é um hobbie para poucos!
POLITEIA - Deixe suas considerações finais aos nossos leitores.
RF - Agradeço pela oportunidade e faço votos de que possamos realizar um bom trabalho daqui para diante, livres de questões burocráticas e com muitos desafios criativos pela frente. Grato
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